“talvez
eu escreva,
em parte, para
preencher com
outros sonhos
aquele espaço
destinado a Deus,
que de esvaziou
(dentro de mim).
porque esse espaço
é, afinal, um espaço
para sonhar.”
S.B.
sonho e realidade,
passado e presente,
sagrado e profano,
oriente e ocidente
se misturam neste
romance, inventário
fascinante do mundo
no fim de um século.



